segunda-feira, 23 de abril de 2012

INCLUSÃO SOCIAL

É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas que possuem, como cor da pele, cor dos olhos, altura, peso e formação física. Já nascemos com essas características e não podemos, de certa forma, ser culpados por tê-las.
A inclusão está ligada a todas as pessoas que não têm as mesmas oportunidades dentro da sociedade. Mas os excluídos socialmente são também os que não possuem condições financeiras dentro dos padrões impostos pela sociedade, além dos idosos, os negros e os portadores de deficiências físicas, como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e mentais. Existem as leis específicas para cada área, como a das cotas de vagas nas universidades, em relação aos negros, e as que tratam da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
O mundo sempre esteve fechado para mudanças, em relação a essas pessoas, porém, a partir de 1981, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou um decreto tornando tal ano como o Ano Internacional das Pessoas Portadoras de Deficiências (AIPPD), época em que passou-se a perceber que as pessoas portadoras de alguma necessidade especial eram também merecedoras dos mesmos direitos que os outros cidadãos.A princípio, eles ganharam alguma liberdade através das rampas, que permitiram maior acesso às escolas, igrejas, bares e restaurantes, teatros, cinemas, meios de transporte, etc. Aos poucos, o mundo foi se remodelando para dar-lhes maiores oportunidades.
Hoje é comum vermos anúncios em jornais, de empresas contratando essas pessoas, sendo que de acordo com o número de funcionários da empresa, existe uma cota, uma quantidade de contratação exigida por lei. Uma empresa com até 200 funcionários deve ter em seu quadro 2% de portadores de deficiência (ou reabilitados pela Previdência Social); as empresas de 201 a 500 empregados, 3%; as empresas com 501 a 1.000 empregados, 4%; e mais de 1.000 empregados, 5%.
Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecido por um grupo que é maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes.
E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando essas pessoas são colocadas em um grupo que as aceite, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida.


Diferentes tipos de inclusão
No mundo existem várias culturas, vários modos de viver. Mesmo se pensarmos apenas em nosso país, encontraremos muita diversidade. Quando convivemos com pessoas de diferentes culturas levando em consideração o que cada uma tem de melhor e respeitando suas manifestações, estamos praticando a inclusão étnica.Como seres humanos, todos temos diversos potenciais que quando explorados podem trazer benefícios a todos. Quando percebemos e estimulamos o desenvolvimento desses potenciais em uma pessoa ou grupo, independente de sua classe social estamos praticando um tipo de inclusão bem ampla, que é a inclusão social.Mas existe um tipo de inclusão que talvez seja um pouco mais difícil de colocar em prática, por isso precisa ser mais discutida, que é a inclusão dos deficientes. Se traçarmos uma cronologia sobre a história das pessoas com qualquer tipo de deficiência, veremos que já houve muito progresso, mas também há muito a ser feito, principalmente para que as leis que já existem sejam realmente cumpridas e mais do que isso, que sejam ampliadas, garantindo plena possibilidade de atuação e inserção na sociedade.
Escola e inclusão
A escola é o local que deve servir como exemplo para a prática da inclusão. É fundamental que a comunidade escolar possa refletir com frequência sobre esse tema, fazendo um “exercício” e treinando o “olhar” para o outro, considerando que uma deficiência, por exemplo, é apenas mais uma característica entre outras tantas que sabemos que nossos alunos têm. Nosso exercício também tem de ser no sentido de servir como exemplo de respeito a todos os alunos da sala, sabendo distinguir suas capacidades e procurando encontrar formas adequadas para transmitir o conhecimento e avaliar o aproveitamento de cada aluno dentro de suas possibilidades.

Nós sabemos o que realmente significa inclusão social, mas muitas vezes ela não é usada, cumprida como deveria ser. Para que isso aconteça devemos lutar pelos nossos direitos e fazer com que a lei seja cumprida ,nós cidadãos temos direitos e deveres.Vamos nos conscientizar e mudar o modo de agir, pensar vamos fazer a diferença.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Artigo VI
        Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.   

Artigo XVIII
        Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XXV
        1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.   
        2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.



Todos nós seres humanos temos o direito de sermos reconhecidos em todos os lugares como pessoas: indiferente de cor, raça, língua ,religiões...Temos a liberdade de ir e vir ,de pensar ,agir, decidir nosso próprio pensamento,comandar nossas vidas.
Temos nossos direitos e deveres, devemos saber cobrar das autoridades tudo o que nos pertence por lei desde o momento em que nascemos, que nos tormamos cidadãos.Não importa a qual família pertencemos e sim sermos reconhecidos perante a lei dos homens.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

CADEIRANTES LUTAM PELO DIREITO DE IR E VIR

As dificuldades com transportes, más condições das vias e falta de estrutura em espaços públicos ou privados são problemas para toda população. No entanto, para os portadores de necessidades especiais, os obstáculos tornam-se ainda maiores.
JUSTIÇA - Os contratempos com a falta de adaptação não ficam sujeitos somente às escolas. Nas universidades é comum se deparar com a falta de estrutura. Não é raro o caso em que somente após representações judiciais é que são implementadas as mudanças para garantir a acessibilidade.
UNIVERSITÁRIOS - Atualmente, muitas universidades estão integradas com os alunos para discutir e melhorar a vida do jovem portador de necessidade especial. É o caso da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul), que em 2007 criou o Núcleo de Acessibilidade, possibilitando aos alunos maior independência no ambiente universitário, além de preparação pedagógica aos estudantes.
A inclusão desses alunos no Ensino Superior ainda carece de atenção direcionada, que contemple as dificuldades e necessidades dos graduandos e, então, possibilite o acesso efetivo por parte desses alunos nas atividades acadêmicas", conta a coordenadora do Núcleo de Acessibilidade, Erica Garrutti.
Com a iniciativa, a USCS visa também um trabalho com a comunidade. "Mais do que possibilitar a acessibilidade física, estrutural da universidade, caminha-se no sentido do acolhimento da diversidade, trabalho pedagógico diferenciado e formação continuada da comunidade universitária", diz Erica.
O núcleo desenvolve ações como orientação aos alunos portadores de necessidades especiais, promovendo planejamento das instalações da universidade, reuniões pedagógicas e aplicações de avaliações para os alunos utilizando recursos de acessibilidade, como impressões em braille e escaneamento e digitação de matérias.
CONQUISTA - Jefferson Miguel, 33 anos, se formou em Administração em 2009 e foi um dos alunos que se beneficiaram com as atividades do núcleo. Cadeirante desde os 24 anos, ele sentiu grande diferença quando o setor começou a atuar na USCS. "Na época, com a ajuda do núcleo de acessibilidade, dos professores e dos funcionários da USCS, foi tranquilo. Eles ajudaram nas aplicações das provas e os funcionários ajudavam na locomoção dentro da faculdade."


segunda-feira, 2 de abril de 2012

USO RESPONSÁVEL DA INTERNET

Para mim o uso da internet é saber usar as informações de maneira segura e tranquila, devemos nos informar antes sobre os sites,páginas que vamos acessar.
Nunca devemos digitar senhas bancárias,datas de nascimento, telefone...pois fazendo isso estamos nos protegendo dos hacker, mesmo sendo em nossos computadores devemos nos proteger sempre.Quando a internet acessado por crianças devemos estar presente ao lado delas para que não entrem em sites proibidos para a idade delas, devemos limitar o acesso da internet para as crianças para evitar que elas caiam na conversa de estranhos,pedófilos.